
Empresas ligadas a irmãos e a um primo do ministro do STF Dias Toffoli tiveram como sócio um fundo de investimentos associado à estrutura usada em fraudes investigadas no Banco Master. O Arleen Fundo de Investimentos participou de empresas em Ribeirão Claro (PR) que tiveram familiares do ministro entre os sócios, mas não é alvo direto das investigações.
A conexão com o caso ocorre por meio de uma cadeia de fundos: o Arleen foi cotista do RWM Plus, que recebeu recursos de fundos ligados ao Maia 95, apontado pelo Banco Central como parte da suposta teia de fraudes do banco controlado por Daniel Vorcaro. O fundo foi encerrado no ano passado e tinha apenas um cotista.
Os fundos eram administrados pela Reag, investigada por suspeita de lavagem de dinheiro na operação Carbono Oculto. Dias Toffoli é relator do inquérito sobre as fraudes do Banco Master no STF, conduzido sob sigilo.
✅️ Fonte: Rede Pampa e Jornal O Sul
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